Quero Destaque – Sua Carreira, Sua Gestão

 

http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/sua-carreira-sua-gestao/

Home / Blogs / Sua Carreira, Sua Gestão

A A A

Sua Carreira, Sua Gestão

09.10.2013 – 09h02

Você não é (só) o que você produz

  inShare56 

Fernando Mantovani

Os críticos ferrenhos ao capitalismo argumentam há tempos que as empresas veem seus funcionários como “máquinas” de produzir e gerar resultados financeiros para o negócio. A afirmação está longe de ser falsa – as metas e objetivos práticos continuam a pautar a avaliação dos profissionais – , mas uma nova variável está influenciando as políticas de gestão de pessoas. O perfil comportamental, a aderência do profissional à cultura da empresa e sua vontade de aprender e crescer estão pesando cada vez mais no dia a dia das companhias e na relação entre chefes e subordinados.

A conclusão é simples: uma empresa não é só o que produz, e um profissional também não. Ativos intangíveis contam cada vez mais nas relações de mercado, e os valores e a cultura corporativa são alguns deles. Além disso, o relacionamento da companhia com o seu público interno é sinônimo de bons resultados operacionais também. Profissionais engajados e felizes querem construir uma empresa melhor, geram menos problemas trabalhistas, ficam menos doentes, promovem a redução da rotatividade da empresa.

Do ponto de vista puramente capitalista, ter funcionários motivados também vale a pena. Mas quando analisamos os resultados intangíveis – que levam em conta outras relações da empresa, como comunidade, público interno e sociedade em geral – o “valor” de uma empresa pode ser muito maior quando se considera o elemento humano.

02.10.2013 – 08h48

Jovens profissionais, grandes ambições

  inShare167 

Fernando Mantovani

Já se tornou clichê falar das características da Geração Y, os profissionais nascidos a partir de 1980. Conhecidos por serem ansiosos por reconhecimento, pouco fieis às empresas em que trabalham e focados em resultados de curto prazo, esses profissionais são precedidos pelo mito de que são ambiciosos e exigentes demais, comprometidos e pacientes de menos. Esse conjunto de crenças pode fechar portas no mercado: há casos em que a empresa se recusa a contratar um “Y” porque teme que esse candidato concentre todas as características negativas associadas a esse grupo.

O erro, nesse caso, é não considerar dois fatores muito importantes. Um deles é o fato de que, se essa geração tem vários aspectos negativos associados a ela, também há pontos positivos que são pouco mencionados. Os jovens “Y” têm energia, paixão, são multitarefa, vestem a camisa de projetos com os quais se identificam e sempre pensam em criar e inovar. Todas essas estão entre as características mais procuradas pelas empresas em seus futuros colaboradores.

Outro aspecto é o fato de que estamos tratando de indivíduos. Quando englobamos todos os profissionais nascidos na década de 1980 e início dos 1990 em uma mesma categoria, não levamos em conta a diversidade – eles foram criados de forma diferente, estudaram em outras escolas, tiveram turmas e amigos diversos, experiências profissionais variadas. São seres humanos com histórias diferentes e não uma massa categorizada em uma geração.

Para as empresas, recomendo uma avaliação mais aprofundada de jovens candidatos. Ao invés de recusar perfis que “pareçam” ter todos os clichês relacionados à geração, porque não avaliar o profissional de forma mais profunda, observando sua história, referências e conquistas?

Para o profissional, a melhor estratégia é tentar equilibrar essas características construindo uma carreira consolidada, entregando resultados consistentes nas empresas onde trabalha, passando uma imagem de maturidade e comprometimento. E, principalmente, desenvolver a tão difícil paciência, que, segundo o mito, é escassa nessa geração, mas que se bem conduzida, pode gerar bons frutos – de longo prazo – na carreira.

Tags: Atitude Carreira Chefes Comportamento Dicas de carreira Sucesso

25.09.2013 – 08h00

Oportunidades e soluções para a Copa do Mundo

  inShare80 

Fernando Mantovani

Historicamente, o segundo semestre do ano é sempre visto com otimismo. Impulsionados por expectativas de alta nas vendas e aumento de consumo no final do ano, indústrias e varejo sempre investem e contratam mais profissionais. No Brasil, a esse cenário normalmente aquecido soma-se mais um fator: a expectativa dos jogos da Copa do Mundo de 2014. Obras de infraestrutura, investimentos em hotelaria e turismo, expectativa de consumo sazonal de produtos ligados ao futebol, tudo isso conta positivamente para o mercado de recrutamento, que tende a intensificar a busca por profissionais qualificados e competentes.

Nesse cenário, é animador perceber que as contratações não devem se concentrar apenas na base da pirâmide, como acontece normalmente no final do ano. Os novos empregos não serão criados apenas para atendentes no comércio e operários em fábricas, mas também para intérpretes e tradutores, engenheiros, e nas áreas de tecnologia, marketing, vendas e finanças das empresas de todos os setores. Uma pesquisa da Robert Half com CFOs de todo o mundo mostrou que os brasileiros são os mais propensos a contratar nas áreas de finanças e contabilidade – uma prova do aquecimento do mercado e do otimismo dos líderes no país.

Para as empresas, esse é um grande desafio. Elas estão investindo em projetos com início, meio e fim, e buscam profissionais que devem atingir resultados rapidamente. Por esse motivo, uma solução que se torna tendência para os próximos meses será a contratação de executivos temporários, que consigam “botar a mão na massa” e obter a performance que as companhias esperam em um curto espaço de tempo.

O executivo que atuará nesses projetos estratégicos é um especialista em seu setor, tem remuneração competitiva e muitas vezes coordena equipes e programas importantes para a empresa. Esse profissional será a menina dos olhos das companhias nesse período pré-Copa e um grande trunfo para a solução de seu maior problema – a falta de mão de obra preparada para os desafios do futuro.

Tags: Bônus Empregos Mercado de trabalho Oportunidades profissionais

18.09.2013 – 08h00

O círculo vicioso das altas expectativas

  inShare83 

Fernando Mantovani

O Brasil é um mercado que ainda concentra a atenção de muitas empresas. Multinacionais com operações na região têm expectativas bastante altas sobre os resultados do país e as equipes são normalmente cobradas para atingir performances acima da média. Toda essa importância alcançada pelo país, porém, trouxe um nível de pressão elevado sobre as equipes das empresas de todos os setores. Os profissionais são muito cobrados – principalmente aqueles de alto potencial, dos quais se espera um desempenho brilhante.

O outro lado da moeda é que os profissionais, sabendo a sua importância dentro da engrenagem corporativa, também passaram a ter altas expectativas sobre as empresas nas quais trabalham. Eles querem reconhecimento (financeiro e não-financeiro), planos de crescimento e desenvolvimento, desafios constantes e visibilidade na organização. E, como a velocidade dos negócios é muito rápida, eles querem tudo “para já”.

A ansiedade por obter retorno de ambos os lados cria um círculo que pode se tornar vicioso caso as expectativas sejam mal gerenciadas. Líderes e gestores devem equilibrar o nível de cobrança que aplicam sobre suas equipes com o retorno que podem oferecer no curto, médio e longo prazo. Não adianta exigir demais sem ter um horizonte de conquistas.

Os profissionais, por sua vez, precisam entender que as recompensas são resultado de um processo mais demorado, que leva diversos fatores em consideração. Um deles é a resiliência, a capacidade de lidar com pressão, cada vez mais valorizada pelas empresas nesse cenário. Outro é o comprometimento com a companhia no longo prazo – e isso requer tempo, dedicação e um conjunto de resultados consistentes para ser mostrado.

Trabalhar com metas agressivas, buscar resultados constantes e mirar a superação são atitudes benéficas e essenciais no mercado corporativo. Esse plano de ação, porém, precisa vir acompanhado de projeções alinhadas por parte de empresas e profissionais. Quando ambos falam a mesma língua, as expectativas trabalham a favor do sucesso.

Tags: Ambiente de trabalho Atitude Benefícios Bônus Carreira Comportamento Dicas de carreira Empregabilidade ,Feedback inteligência emocional Remuneração Stress Sucesso Talentos

11.09.2013 – 08h00

Quer mudar de emprego? Tem certeza?

  inShare145 

Fernando Mantovani

As pessoas tendem a pensar que os recrutadores sempre querem convencer os profissionais a mudar de emprego. Do ponto de vista dos negócios essa é uma premissa errada, especialmente porque não é sustentável. Um profissional que não tem certeza se quer mudar de emprego é mais propenso a aceitar contrapropostas, a abandonar o processo de seleção no meio e até mesmo a permanecer pouco tempo no novo trabalho. E isso impacta diretamente o dia a dia do recrutador, gerando retrabalho e desconforto com os clientes.

Alguns candidatos participam de processos seletivos por curiosidade, para “testar” sua empregabilidade ou até mesmo para usá-los como barganha para conseguir aumento ou promoção na empresa atual. Não há problema nenhum em querer saber qual seria o salário pago a um profissional como você no mercado, mas não é preciso participar de uma seleção para descobrir essa informação. Guias salariais e consultores de recrutamento podem dar essa resposta facilmente a um candidato. Já o hábito da barganha é extremamente nocivo ao profissional e à empresa, como já expliquei anteriormente.

A sinceridade é sempre a melhor saída para um momento de dúvida. Se você não tem certeza se quer mudar de emprego, seja claro com o recrutador. Ele vai te ajudar a avaliar o mercado, apresentar oportunidades e te aconselhar sobre possibilidades de carreira e crescimento nas vagas disponíveis no mercado. Por outro lado, é importante fazer uma avaliação do seu momento na empresa atual. Veja se os desafios, recompensas salariais, motivação e perspectivas de crescimento que você tem hoje compensam ou não a mudança. Novos desafios são bons, mas nem sempre vale a pena mudar. Avalie a sua carreira e tenha certeza das suas escolhas!

Tags: Atitude Busca de emprego Mudança de carreira Mudança de emprego Oportunidades profissionais ,Recolocação Reputação profissional

04.09.2013 – 08h00

As mentiras que destroem as suas chances

  inShare165 

Fernando Mantovani

É mais comum do que se imagina: com o objetivo de impressionar recrutadores ou conquistar visibilidade no currículo, o candidato “inventa” habilidades, experiências ou até mesmo lidera projetos dos quais participou apenas pontualmente. O inglês intermediário se transforma em fluente, o MBA nunca feito aparece de repente e, sem pensar nas conseqüências, o candidato se coloca em uma péssima situação diante do selecionador.

A máxima repetida pelas avós continua valendo: mentira tem perna curta. Esses exageros no currículo, que à primeira vista parecem inofensivos, podem trazer implicações sérias para o profissional. Ao ter a mentira descoberta, ele não destrói apenas uma oportunidade, mas várias, uma vez que aquele recrutador poderia ter considerado o candidato para outras possibilidades.

Um processo de seleção bem conduzido sempre vai muito além da análise de currículo. Também são fundamentais as entrevistas presenciais e por telefone, avaliação do nível de fluência no idioma e busca de referências com ex-subordinados, chefes e pares.

Essas etapas existem para alinhar o perfil do profissional com a vaga pretendida, mas é normalmente em uma dessas entrevistas que se descobrem aqueles que não foram completamente honestos no processo. E, para qualquer recrutador, desonestidade é falta muito mais grave do que qualquer outra deficiência ou habilidade que não esteja presente no currículo.

É importante pensar nas conseqüências antes de contar uma mentira que pode comprometer a sua carreira. No lugar de inventar fluência no inglês, por exemplo, que tal matricular-se em um curso intensivo e contar isso ao recrutador? Sua dedicação para aprender a língua e, principalmente, sua honestidade certamente causarão uma boa impressão.

Tags: Currículos Entrevistas de emprego Mentiras Reputação profissional

28.08.2013 – 08h00

Selecionando o seu próximo empregador

  inShare308 

Fernando Mantovani

Ao participar de uma entrevista de emprego, muitos candidatos não pensam que estão em um processo com duas pontas: se por um lado eles são avaliados, por outro eles também estão “selecionando” um futuro empregador. Na prática, porém, é mais comum que um profissional responda muitas perguntas e faça poucas; e quando há alguma questão, é sobre remuneração.

No cenário atual, em que as empresas sofrem pela falta de talentos, o profissional ganha cada vez mais voz no recrutamento. Perguntar o posicionamento da companhia no mercado, seu momento atual, seus planos de expansão e suas políticas de recursos humanos não é indelicado ou errado. Pelo contrário, ajuda o candidato a decidir se seu momento profissional se encaixa no perfil atual da empresa. Questionar sobre os planos de carreira que a empresa teria para aquela posição ou como é o clima de trabalho, por exemplo, denota interesse e comprometimento com uma performance de longo prazo. Pode contar pontos para a contratação.

É claro que é importante perguntar também sobre a remuneração. Essa é uma das informações mais significativas de um processo seletivo, mas é bom considerar que salário é apenas um dos fatores que pesarão nessa escolha, além de relacionamento com chefes e pares, oportunidades de treinamento e desenvolvimento, por exemplo.

Aproveite este momento em que o mercado se abre para a importância do candidato e faça as questões que impactarão a sua vida profissional. Você também pode selecionar o seu próximo empregador.

Tags: Ascensão profissional Busca de emprego Carreira Comportamento Dicas de carreira inteligência emocional ,Marketing pessoal Reciclagem profissional Recolocação

21.08.2013 – 08h00

Crises e reestruturações trazem oportunidades

  inShare27 

Fernando Mantovani

Estamos vivendo um momento de mudanças. Recentemente, dois presidentes de grandes empresas foram substituídos no Brasil, e a justificativa mais provável é a insatisfação com os resultados e a rentabilidade das operações. Ao contrário de ser algo distante da realidade da maioria dos profissionais, este cenário tem muito a dizer sobre o perfil de colaborador mais valorizado pelas empresas hoje.

Em momentos de crise, incerteza ou instabilidade, é normal que as empresas sejam mais cautelosas ao fazer investimentos. Ao mesmo tempo, querem ganhar uma fatia maior do mercado, otimizar produtividade e eficiência. Isso significa que as companhias precisam de pessoas para colocar essa estratégia em prática, mas ao mesmo tempo temem fazer o investimento errado ao recrutar um profissional inadequado.

É nesse momento em que se destacam pessoas com um perfil voltado a resultados, que saibam trabalhar sob pressão e com alto nível de energia. O famoso candidato “hands-on” é desejado pela maioria das empresas que estão recrutando e dificilmente será posto de lado em um processo seletivo, principalmente se puder comprovar resultados em seu histórico de carreira.

Uma empresa em fase de reestruturação pode oferecer boas chances para profissionais que estejam dispostos a enfrentar grandes desafios e que tenham esse “espírito lutador”. Basta ter uma visão profissional de longo prazo para perceber que muitas crises abrigam oportunidades.

Tags: Atitude Carreira Comportamento Dicas de carreira Empregabilidade Empregos Executivos

14.08.2013 – 08h08

A herança pelo exemplo

  inShare109 

Fernando Mantovani

Você já parou para pensar que a sua carreira pode ter começado ainda na infância? Sem perceber, o profissional é influenciado por diversos fatores durante a vida que o levam à escolha de alguns caminhos. A família é um deles. A profissão de seus pais ou os valores morais que eles te ensinaram podem ter feito com que você se tornasse o profissional que é hoje. Parentes um pouco mais distantes também contam com esse efeito – são comuns as histórias de jovens que escolheram suas carreiras porque admiram tios, primos ou amigos dos pais com profissões similares. Também não são raras as famílias inteiras dedicadas a uma só área de atuação, uma espécie de herança pelo exemplo.

Vale destacar também a influência que professores e colegas tiveram sobre as nossas escolhas, desde as brincadeiras da infância até os conteúdos das salas de aula. Muitos engenheiros, por exemplo, certamente tiveram boas experiências com os cursos de exatas, enquanto advogados já se mostravam eloquentes e estudiosos desde cedo. O mesmo serve para a faculdade, os grupos de amigos e companheiros: eles ajudam não só a moldar a nossa moral e nossos gostos pessoais, como também nossas escolhas de carreira.

Para os profissionais seniores, vale a pena refletir sobre o quanto são importantes não apenas para as carreiras de seus colaboradores, mas também para filhos, sobrinhos, parentes e alunos. É possível conquistar admiração por meio da dedicação, do sucesso alcançado e também da paixão que se demonstra pelo trabalho. Liderar pelo exemplo é algo que dá frutos não somente dentro da empresa, mas também do lado de fora.

Tags: Coach Comportamento Dicas de carreira Primeiro emprego Profissões

07.08.2013 – 12h00

As melhores oportunidades nem sempre estão nas maiores empresas

  inShare500 

Fernando Mantovani

O Brasil é um país de pequenas e médias empresas. Elas geram mais da metade dos empregos formais criados no país, segundo o IBGE. Por si só, esse dado mostra que há um enorme volume de oportunidades de carreira nessas companhias, que estão se tornando cada vez mais inovadoras, profissionalizadas e competitivas.

Alguns candidatos, porém, têm como meta profissional atuar em uma grande empresa nacional ou multinacional. Atraídos por uma marca forte e pela visibilidade que um cargo em uma das “grandes” pode trazer para o seu currículo, eles podem estar subestimando oportunidades valiosas.

Normalmente, funcionários de empresas pequenas ou médias ficam mais expostos aos líderes. O contato pessoal com o presidente ou com o board de diretores é mais fácil. Um bom profissional se destaca nesse cenário. Em uma empresa grande, é preciso subir mais degraus para chegar ao centro da tomada de decisões.

Os desafios também são diferentes: grandes empresas dividem mais as tarefas dos profissionais, que acabam responsáveis por uma “fatia” ou um departamento mais específico. No caso das empresas médias ou pequenas, o profissional consegue aumentar seu escopo de atuação, trabalhando em diferentes frentes ou linhas de negócio, por exemplo.

A política de remuneração nem sempre é mais atraente nas grandes empresas. Hoje, as pequenas e médias estão bastante competitivas em termos de pacote salarial e benefícios.

Ao planejar sua carreira, o profissional deve deixar alguns mitos de lado e considerar novas possibilidades, inclusive em companhias que não sejam líderes de mercado ou que não tenham marcas tão populares. Acreditar que o “maior” é sempre “melhor” pode ser um erro estratégico.

Tags: Ascensão profissional Busca de emprego Carreira Dicas de carreira Empregabilidade Flexibilidade no trabalho ,inteligência emocional Mercado de trabalho Mudança de carreira Mudança de emprego Sucesso

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s