Estudo das Midias Sociais – Horários Nobres

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Estudo revela horários nobres das redes sociais

28 de Junho de 2016 10h – Atualizado às 10:42

socialicons

A Sprinklr divulga anualmente o estudo “Horários Nobres nas Redes Sociais”, que avalia os dias e horários de maior engajamento online dos usuários brasileiros nas plataformas. A nova edição do estudo, com dados de 2015, foi agora divulgada pela empresa (acesse aqui).

O levantamento considerou as três principais redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter) durante o ano de 2015 e traçou o perfil dos usuários de cada uma. Durante a análise, a Sprinklr coletou mais de 160 milhões de menções dentro das plataforma.

Cada rede social oferece uma possibilidade para o usuário, o que influencia o tipo de interação dentro delas. O Twitter, por exemplo, é a plataforma que mais se aproxima do tempo real por conta do limite de caracteres reduzido, que possibilita uma frequência maior de publicações e é usado para comentários de acontecimentos live, como programas de televisão, futebol e notícias, representando 56% do total de menções. O Facebook fica em segundo lugar, com 38% das interações, seguido pelo Instagram, com 6%.

Twitter

Os dias mais populares dentro do Twitter são as quartas e quintas-feiras, entre 18h e 22h. Porém, foram identificados dois picos muito representativos de menções nas quartas e terças-feiras, entre 21h e 00h, o que reforça a característica da rede como segunda tela, onde os usuários interagem acompanhando programas de televisão como jogos de futebol e reality shows.

O maior número de publicações é proveniente dos segmentos: Finanças (42%), Varejo (19%), E-commerce (18%), Educação (11%), Beleza e Higiene (6%), Saúde (3%) e Moda (1%). Isso reforça o perfil da rede como um canal de atendimento de consumidores com soluções rápidas de problemas.

Facebook

O Facebook possui um equilíbrio de interações entre os usuários durante os dias úteis, sendo que o horário com maior engajamento é entre 11h e 14h.

Dentro da rede social o maior número de publicações é dos segmentos de Finanças (31%), E-commerce (28%), Varejo (21%), Beleza e Higiene (8%), Educação (7%), Saúde (3%) e Moda (2%). O Facebook é conhecido pela interação e engajamento dos usuários com as marcas, o que explica a importância de assuntos como varejo e e-commerce, destacando o espaço do marketing de conteúdo para a estratégia das principais empresas.

Instagram

A rede social para compartilhamento de fotos e vídeos mostra uma interação constante durante a semana, e o número de publicações não sofre grandes alterações entre os dias úteis. O estudo também identificou que os horários de pico do Instagram ficaram entre 11h e 14h, e 18h e 22h. Esta foi a única rede social que não apresentou redução de interações aos finais de semana.

O Instagram é bastante usado para a divulgação do visual de produtos e serviços, e dentro da ferramenta os segmentos com maior número de postagens são E-commerce (33%), Varejo (32%), Beleza e Higiene (13%), Moda (9%), Educação (8%), Finanças (4%) e Saúde (1%).

Destaques do estudo

– A análise geral de assuntos das redes sociais é composta por Finanças (32,2%), E-commerce (25%), Varejo (21,5%), Educação (8,7%), Beleza e Higiene (7,7%), Saúde (3,1%) e Moda (1,8%);

– Terça, quarta a quinta-feira são os dias com mais interação no Facebook;

– O Instagram apresenta picos de 80 mil menções de usuários nas quartas e quintas-feiras no período da noite (entre 20h e 21h);

– O horário de pico do Twitter coincide com o horário nobre da televisão.

 

 

Numeros e oEvangelho

 

 

INTRODUÇÃO AOS
NUMERAIS BÍBLICOS
“Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça”
2 Timóteo. 3.16

Deus usa muitos números na Bíblia; para aqueles que amam a Sua palavra esses números são cheios de significado. O propósito de Deus não é dar ao homem histórias maravilhosas para contar, mas é abençoar aos Seus filhos. Não seria uma perda espiritual se os filhos de Deus não percebessem os significados escondidos nesses números da Bíblia? Para as pessoas comuns, esses significados podem parecer arbitrários; mas para os que são de Deus, nada e acidental; porque a mão de Deus está, sem dúvida, por trás de cada um deles. Já que Deus se agrada de usar números, nos não devemos ser tão cegos a ponto de não descobrir os seus significados. O livro de Apocalipse usa mais números do que os outros livros da Bíblia. A fim de podermos dividir a palavra de Deus de maneira correta, é imperativo que primeiro entendamos os significados desses números nas Escrituras.
A Bíblia emprega os números de 1 a 7 como as raízes básicas de todos os outros números bíblicos. Todos os outros números derivam o seu significado e explicação desses sete números básicos. “7” é um número perfeito; e isso e sabido e reconhecido por muitos. “8” não é um número independente. O “7” forma um ciclo e o “8” é o começo de outro ciclo. Todos os números maiores que 7 são formulados a partir desses sete números básicos através da adição ou multiplicação. Por exemplo: o número “10” vem do número 5 multiplicado por dois; o numeral “12” vem da multiplicação dos números 3 e 4; o número “40” é a multiplicação de 5 e 4. Vejamos agora um pouco desses numerais.
Na Bíblia podem ser encontrados muitos outros numerais, todos esses cheios de significado. Entretanto, olharemos agora para alguns numerais, e vejamos os maravilhosos significados implicados. Como nos já sabemos, os números básicos de 1 a 7 formam um ciclo na Bíblia; e a sua ordem é muito significativa. Todos os outros numerais da Bíblia vem da soma ou multiplicação desses sete numerais, e conseqüentemente esses sete números servem de radicais para todos os outros numerais. Cada um desses números tem o seu próprio significado, e também uma aplicação boa ou má. Por exemplo, se o número 1 se refere a Deus, é visto como bom; mas se tem referencia ao homem, é percebido como mal. Os numerais 1, 2 e 3 expressam a satisfação de Deus- o Pai, O Filho e o Espírito Santo. Deus deve preceder todos os números; Ele deve ter a preeminência em todas as coisas; de outra forma, nos veríamos o caos. 4 é o símbolo das criaturas. De acordo com as Escrituras, 4 é dividido em 3 e 1. 4 é o primeiro número depois de 3. se 3 representa Deus, 4 significa aquilo que vem de Deus- os criados. Isso reflete o relacionamento entre a criatura e o Criador. A criatura vem do Criador. E tão triste que as pessoas não percebem nem sabem isso. Alem do Criador e da criatura, não há nada mais no universo. Assim, 3 mais 4 formam um número perfeito. 5, 6 e 7 usam o 4 como a raiz básica. 1,2 e 3 são os primeiros três números do numeral 7; eles representam a grandeza do Criador. O 4 fica na metade do numeral 7; representa os criados. 5, 6 e 7 são os últimos três números do numeral 7, e por isso representam as condições dos que foram criados. 5 é 4 mais 1; 6 é 4 mais 2; e 7 é 4 mais 3. 3 é o número de Deus, e 4 é o numero do homem. O relacionamento entre o número de Deus e o número do homem resume-se no 7, e então 7 é um número perfeito. 5 é 4 mais 1; isso mostra como os criados (4) são contraditórias ao Criador (1). Entretanto, é 4 mais 1, e assim o numero 5 fala de como a criatura permanece diante do Criador. Reflete um senso de responsabilidade. Embora o Criador seja gracioso, isso não torna o mundo livre de responsabilidade. Qualquer numeral que seja multiplicado ao numero 5 sempre carrega um significado de responsabilidade, como por exemplo, o 10, o 40, etc. 6 é 4 mais 2; esse número mostra quão inadequado e cheio de contenda (2) é a criatura (4). Também indica como a criatura (4) recebe ajuda e livramento (2). 6, pois, mostra a verdadeira condição do mundo caído. 7 é 4 mais 3; esse número indica a aceitação dos criados (4) pelo Criador (3). 7 e um número perfeito. Se nos estudarmos os números na Bíblia e o que eles representam, não deixaremos de louvar a Deus por Sua sabedoria, e de nos maravilharmos nos seu ensinamento e instrução! Conhecendo o conceito geral desses números, o nosso estudo dos livros da Bíblia receberão um novo significado.

O Número “1”

O “1” é o número de Deus: “Ouve, o Israel: o Senhor nosso Deus é o único Senhor” (Deut. 6.4); “há um só Deus” (1 Tim. 2.5). 1 representa independência, que não admite mais ninguém; expressa o poder de Deus. O 1 implica em uma suficiência que não precisa de mais ninguém; mostra a abundância de Deus. 1 é o começo de todos os números; demonstra a grandeza de Deus. Pois Ele e a fonte de todas as coisas. Ele é único. Ele é o Cabeça de todas as coisas. Nós receberemos muita ajuda se olharmos para a maneira como o “1” é usado na Bíblia. A Páscoa marca o início dos meses; é o primeiro mês do ano (Ex. 12.2). Isso aponta para a redenção de Deus. A obra redentora do Calvário encabeça todas as coisas. Aquilo que Deus criou no primeiro dia foi a luz; isso é o poder de Deus. O primeiro livro da Bíblia e Gênesis, o qual revela a glória e o poder de Deus. Todos os primogênitos dos filhos dos Israelitas pertencem ao Senhor, pois eles são santos ao Senhor (Ex. 22.29). As primícias do solo devem ser trazidas a casa de Deus, pois Ele deve ser servido primeiro (Ex. 23.19). infelizmente, muitos dos filhos de Deus não percebem que Ele é o Um e que por isso eles devem honrá-LO como o Primeiro. Nós devemos deixá-lo ter a preeminência em todas as coisas (Col. 1.18). “1” também fala de harmonia ou unidade: “O sonho de Faraó é apenas um” (Gen. 41.25). “1” também significa paz: “para que eles sejam um, assim como nos somos” (João 17.11). Isso mostra um relacionamento. Além disso, podemos dizer que já que o “1” é o fundamento de todos os numerais, é o número de Deus. Tudo começa no “1”; Deus é o começo de todas as coisas. “1” é a unidade fundamental, a soma de todos os números; é por isso Deus tem guardadas nEle todas as coisas. Nenhum numeral precede o “1”, é por isso ele representa o Deus absoluto nos céus. Embora esse numeral seja primeiramente para Deus, quando é aplicado ao homem traz um sentido de maldade. Ele pode estar falando da sua independência, desobediência e rebelião.

O Número “2”

Deus é três em um e um em três. Na Trindade, o santo Filho é a Segunda pessoa. Por isso, “2” é o número do Senhor Jesus. Ele é chamado de “o Segundo homem” (1 Cor. 15.47). Ele tem duas naturezas – a divina e a humana. Suas obras têm dois estágios sofrimentos e glória. Quando lemos o livro de Levítico, descobrimos que uma pessoa que comete um pecado deve trazer duas rolas ou dois pombinhos para Deus como oferta pelo pecado: um é para ser oferecido como oferta pelo pecado e o outro como oferta queimada. (Lev. 5.7). Uma oferta pelo pecado é oferecida pelo pecado; uma oferta queimada é oferecida pela pessoa. Deus perdoa o pecado e aceita a pessoa. Isso também e de dupla face. Tudo isso representa a salvação do Senhor Jesus. O número 2 é também o número da salvação. A segunda pessoa na divindade – o Senhor Jesus – é o Salvador do mundo. O 2 também fala de adição, ajuda e irmandade: “Melhor e serem dois do que um, porque tem melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade.” (Ec. 4.9-12). “2” também é um número de testemunho. O testemunho de dois diferentes indivíduos é verdade. Por favor, Deuteronômio 17.6, 19.15, Mateus 18.16, 2 Coríntios 13.1, e 1 Timóteo 5.19. O testemunho de Deus para os homens é visto no Velho e no Novo Testamento. Os nomes dos discípulos são dados de dois em dois. (Mateus 10.2-4). Os discípulos foram enviados de dois em dois para levar o testemunho. As tábuas do testemunho eram duas em número. Durante a Grande Tribulação, haverá duas dramáticas testemunhas (Apoc. 11.3). A segunda pessoa da divindade é a Palavra de Deus e a Fiel Testemunha (Apoc. 19.13; 1.5). O 2 tem outro significado: fala de divisão, diferença e contraste. Por exemplo, durante o segundo dia da criação, Deus dividiu as águas das águas. Os animais entraram na arca em pares. (Gen. 6.19,20). Uma mulher que desse a luz um menino ficaria impura por duas semanas, dobrando os dias se fosse uma menina. (Lev. 12.5). O 2 tem ainda outro significado: é o número da produção. O 2 é o primeiro número que aparece depois de ser adicionado 1 ao número 1; no, entanto, não é um número perfeito. Mais números podem ser adicionados a ele para aperfeiçoá-lo. O Santo Pai e o Santo Filho não são completo sem que haja o Espírito santo na Trindade. O Marido e a esposa são unidos em um, mas aos olhos de Deus a família não e completa enquanto não for adicionada uma criança.

O Número “3”

O 3 é o número da plenitude pessoal. É o número da Divindade, do Deus triuno. É formado de 1+1+1. Mas se os 1 são multiplicados (1x1x1) o resultado ainda e 1. Por isso Deus e 1 em 3 e 3 em 1. Na geometria duas linhas não formam um cubo. Por isso o 2 é um número incompleto enquanto que 3 e o primeiro número completo. Portanto, representa a Deus. Um homem completo é formado de espírito, alma e corpo. Uma família completa é formada de pai, mãe e criança. Uma fé completa é composta de conhecimento, obras e experiência. O 3 também é um número de ressurreição. O Senhor Jesus ressurgiu no terceiro dia. A terra surgiu das águas no terceiro dia. Uma pessoa é nascida de novo através da pregação do evangelho que vem não apenas por palavras, mas também pelo poder do Santo Espírito (I Ts 1.5). Jonas foi deixado no ventre do peixe por três dias. A restauração da nação de Israel também está conectada com o número 3 ( Jos 6:1.2). Esse número 3 é freqüentemente relacionado a Deus; assim ocorre também quando as pessoas são batizadas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19). A bênção do apostolo Paulo também e baseada na fórmula triuna de 3 em 1 (II Co 13.14). O Senhor Jesus foi tentado três vezes; e Ele orou três vezes no Getsêmani. Pedro negou o Senhor três vezes; ele ouviu a pergunta do Senhor “Tu me amas?”três vezes; e três vezes lhe foi dito “ Apascenta minhas ovelhinhas” (Jo. 21:15-17). “Ha três que testemunham” a respeito do Filho (I Jo. 5:8). Ao louvar a Deus, os serafins clamaram uns para os outros: “Santo, santo, santo” (Is 6:3). As quatro criaturas viventes também são vistas dizendo “Santo, santo, santo” (Ap. 4.8). A maior peça de mobília do tabernáculo é o altar, que é capaz de conter todo o resto da mobília do tabernáculo. O altar representa a cruz, que satisfaz a justiça de Deus. Ela tem três de cúbitos de altura, o que significa que a justiça da cruz alcança o padrão de Deus. Quando Deus julgou o pecado dos homens em Cristo, os céus e a terra ficaram em trevas por três horas. De acordo com Hebreus 9:23-28, o Senhor Jesus aparece três vezes: na primeira vez, Ele apareceu para tirar o pecado (v.26); na segunda vez Ele aparece diante da face de Deus para interceder por nós (v.24); e, na terceira vez, ele aparecerá para aqueles que esperam por Ele, para a redenção dos seus corpos (v.28).

O Número “4”

O “4” é o número do mundo. Deus divide os domínios do mundo em quatro reinos: Babilônia, Medo-Persia, Grécia e Roma. Os materiais representando o poder mundial na imagem de Nabucodonosor são ouro, prata, bronze e ferro (Daniel 2). Os reinos do mundo, aos olhos de Deus, são como quatro bestas (Daniel 7). 4 pode ser visto como o número do mundo também nessas relações deste número com o mundo. O mundo tem quatro estações: primavera, verão, outono e inverno. Tem quatro cantos: leste, oeste, norte e sul (Números 2). Tem quatro elementos básicos: terra, ar, água e fogo. Tem quatro ventos (Ver 7:1). O rio que fluía do paraíso terrestre – o jardim do Éden – era partido, e se tornava em quatro rios (Gen. 2:10-14). As criaturas viventes que representam o mundo criado são quatro em número (Ap. 4:6). Em Ezequiel, nos é dito que os querubins, que são o mesmo que as criaturas viventes, tem quatro faces: de leão, de boi, de homem e de águia; e tem também quatro asas (cap. 1). A humanidade na terra e descrita de quatro formas: povos, multidões, nações e línguas (Apoc. 17:15). As condições do coração do homem, de acordo com a parábola do semeador contada pelo Senhor Jesus, são de quatro tipos (Mat 13:3-9; 18-23). As tribulações que vem como um julgamento sobre o mundo são também quatro em número: guerra, fome, peste e terremotos (Mat 24:6,7; conferir Lucas 21). O testemunho do Senhor Jesus é levado pelos quatro evangelhos, que revelam quatro aspectos de Cristo. No auge do pecado dos homens, os quatro soldados dividiram entre si as veste do Senhor Jesus (João 19:23). O altar levantado para os homens tem “quatro cantos”, com quatro pontas (Êx 27:1,2). O quarto dos dez mandamentos é o primeiro dos restantes, que tocam nas coisas do mundo (Êxodo). A quarta cláusula na chamada Oração do Senhor é também aquela que começa a tratar com assuntos pertencentes a essa terra (Mat 6:9-13). As coisas que Deus criou no quarto dia deveriam governar sobre os dias e noites da terra. O quarto livro da Bíblia, Números, relata a experiência no deserto, que é um tipo do mundo. 4 vem de 3+1; e 3 é o fundamento do 4. Uma vez que 3 representa Deus, então o 4 representa os criados que dependem do Criador. 4 é o primeiro numero que permite divisão simples, sendo que o 2 é o número que o divide. Isso é, portanto, um símbolo de fraqueza. Os criados realmente não têm do que se gabar.

O Número “5”

O “5” tem muitos significados, todos estreitamente relacionados. 5 É um número incompleto, e é o número da responsabilidade do homem diante de Deus. Devido ao fato de não ser completo, ele sugere responsabilidade. 5 é 4+1. 4 representa o homem criado, enquanto 1 representa o Deus independente. Sendo assim, 5 é o homem perante Deus. Conseqüentemente, por um lado, representa a graça de Deus para com o homem; por outro lado, representa a responsabilidade do homem diante de Deus. Abaixo de ter recebido a graça de Deus, o homem é naturalmente considerado responsável para Deus. A não-plenitude do numeral 5 pode ser vista facilmente. Os cinco dedos das mãos e os cinco dedos dos pés do homem são apenas metade do numero total de dedos das mãos e dos pés. No quinto dia Deus criou as criaturas viventes do mar, mas não havia ainda vida na terra. Na abertura do quinto selo, quão ansioso estão os mártires das eras pelo fato de não terem ainda recebido suas coroas (Ap. 6:7-11). A ira da quinta taça é derramada no trono da besta, mas o poder da besta ainda aguarda sua completa destruição (Ap. 16:10-11). Das virgens, cinco são sóbrias e cinco são tolas (Mat. 25:2); significando que na vinda do Senhor Jesus Cristo nem todos estão salvos. 5 também fala da responsabilidade do homem através da graça. A consagração de Arão e seus filhos (Levítico 8) e a limpeza da lepra (Levítico 14) são cheias de significado. Sangue é aplicado na ponta da orelha direita, no polegar da mão direita, e no dedão do pé direito. Orelha, polegar e dedão são totalmente relacionados ao número 5. A orelha é um dos cinco órgãos; o polegar é um dos cinco dedos da mão, e o dedão é um dos cinco dedos do pé. Esses três representam a pessoa em sua totalidade – como ela deve usar sua orelha para ouvir a palavra de Deus, sua mão para fazer a obra de Deus, e seu pé para trilhar o caminho de Deus. Ele primeiro recebe graça através da aplicação do sangue precioso. Então, tendo sido purificado pelo precioso sangue, todo o seu ser é responsável perante Deus para caminhar de forma digna da graça do seu chamado. 4 é um número fraco; sem que lhe seja adicionado o 1 para que se torne 5, não é capaz de tomar qualquer responsabilidade. Tome a ilustração da mão: embora os quatro dedos sejam um tanto vigorosos, se não existir o polegar, a mão não pode assumir responsabilidade. O Senhor Jesus usa cinco pães para alimentar cinco mil famintos (Mat 14:17); isso expressa a graça do Senhor. Davi escolhe cinco pedrinhas para abater Golias (1 Sam. 17:40); isso expressa a responsabilidade do homem. O quinto livro da Bíblia, Deuteronômio, relata como as pessoas são responsáveis depois que Deus dá graça. O quinto reino do mundo será o reino do Senhor Jesus Cristo (Daniel 2:35,44; Apoc. 11:15). Todos os que desejam entrar no Seu reino e reinar com Cristo tem uma tremenda responsabilidade! Mateus 5-7 diz quais são as condições. Deuteronômio, o quinto livro da Bíblia, fala também de como as pessoas devem se comportar depois de haverem entrado na terra prometida, que é um tipo do reino do nosso Senhor Jesus. Pentecostes e o qüinquagésimo dia depois da Páscoa. Tipifica a vinda do Espírito Santo e a formação da Igreja com os Judeus e os Gentios (ver Levítico 23:15-21, onde os dois pães representam a Igreja composta de Judeus e de Gentios). As pessoas recebem o Espírito Santo pela graça; mas qualquer um que mentir ao Espírito Santo recebera severo julgamento, e isso é responsabilidade. O livro de Levítico usa cinco ofertas para representar o único e eterno sacrifício do Senhor Jesus, para o qual os homens são tornados responsáveis. As cortinas do tabernáculo são 5 em número, acopladas umas nas outras, e os pilares do painel são 5 em numero. 5 é o número freqüentemente usado no tabernáculo.

O Número “6”

O “6” é o número do diabo. É também o número do homem, uma vez que o homem pecou ao ouvir a palavra do diabo; e, dessa forma, ele se uniu ao diabo. Antes do amanhecer, as trevas parecem ficar mais profundas; da mesma forma, o numero 6, antes do número completo “7”, é também o pior. 6 é um número que pode ser dividido; é, portanto, um número fraco. O homem, assim como o diabo, é sempre fraco. Aquele número é menor que o número 7; conseqüentemente, o homem e o diabo jamais podem vencer a Deus. Possam as pessoas sempre perceber que o seu número é 6. O homem foi criado no sexto dia (Gen. 1). Os homens deveriam trabalhar seis dias por semana (Ex. 23:12). Um hebreu serve como escravo por apenas seis anos (Deuteronômio 15:12). A terra de Canaã deve ser cultivada sucessivamente por seis anos (Lev. 25:3). A história humana tem cerca de seis mil anos. Moisés esperou na montanha por seis dias antes que Deus aparecesse a ele (Ex. 24:15-18). Para subir ao trono, Salomão subia seis degraus (I Reis 10:19). As horas do dia podem ser divididas por seis. Atalia usurpou o trono por seis anos (II Reis 11:3). Em Gênesis 4:16-24, nós lemos que os descendentes de Caim são registrados até a sexta geração. A sexta carta a Igreja menciona a hora do julgamento sobre toda a terra (Rev. 3:10). O sexto selo revela a ira do Cordeiro sobre a humanidade (6:12). A sexta trombeta prediz a matança de um terço da população mundial (9:13). A sexta taça prepara o caminho para os reis do mundo – sob instigação de espíritos imundos – para a guerra contra Cristo (16:12). O nome humano do Verbo feito carne é Jesus, que no grego original e composto de seis letras. Seis vezes Jesus foi atacado por um homem possesso por demônio; como o homem natural está sempre pronto para atacar nosso santíssimo Senhor! Quando o homem, debaixo da mão de satanás, se opõe a Deus, seu número freqüentemente está conectado ao 6. Golias é o primeiro exemplo mencionado: sua altura era de seis cúbitos e um palmo, e a ponta de sua lança pesava seiscentos ciclos de ferro (I Sam. 17:4,7). A imagem de ouro de Nabucodonosor é o segundo exemplo: sua altura era de sessenta cúbitos, e sua amplitude de seis cúbitos (Dan. 3:1-3). O futuro anticristo é o terceiro exemplo: seu número será 666 (Apoc. 13:18). Um pensamento confortante deve ser mencionado aqui: não importa o que o homem ou o diabo façam, seu número é apenas 6, enquanto que o número de Deus é 7; conseqüentemente, nem homens nem diabos podem se comparar a Deus.

O Número “7”

O “7” é o número da perfeição. É formado pela adição 3+4. 4 representa o homem e 3 representa Deus. E, assim, tipifica a união de Deus com o homem. É, portanto, um número perfeito. (Note, porém, que 7 é também um número de perfeição temporária;“12” é o número da perfeição permanente.) Esse número freqüentemente faz alusão a proximidade de Deus e o homem, a união da criatura ao Criador. Há numerosos exemplos do 7 como um símbolo de perfeição. O primeiro sete aparece no Sábado de Deus, um santo dia no qual Deus descansou (Gen. 2:1-3)-um descanso perfeito. Enoque é o sétimo depois de Adão (Judas 14)-um homem perfeito. Depois de Noé haver entrado na arca, Deus deu sete dias de graça (Gen. 7:4)-uma espera perfeita. Jacó serviu Labão por Raquel durante sete anos (Gen.29:20)-um serviço perfeito. O Egito teve sete anos de abundância e sete anos de fome (Gen. 41)-perfeita graça e punição. O candelabro de ouro no lugar santo tinha sete braços (Ex. 25:37)-uma associação perfeita. Arão e seus filhos deveriam usar as vestes santas por sete dias (29:29,35)-perfeita santidade. Se alguém pecasse, o sacerdote deveria mergulhar seu dedo no sangue e aspergir o sangue sete vezes na presença do Senhor diante do véu do santuário por aquela pessoa (Lev. 4:6)-uma purificação perfeita. Arão e seus filhos deveriam habitar no tabernáculo por sete dias (8:35)-uma habitação perfeita. O sangue do Dia da Expiação deveria ser aspergido sete vezes diante do propiciatório (Lev. 16:14)-uma redenção perfeita. Durante a festa dos pães asmos, uma oferta preparada pelo fogo deveria ser oferecida por sete dias (Lev. 23:8)-uma consagração perfeita. A Festa dos Tabernáculos era mantida por sete dias (Lev. 23:42)- glória perfeita. No sétimo ano a terra não deveria ser semeada (Lev 25:4)-um descanso perfeito. Na luta contra Jericó, antes da queda da cidade, sete sacerdotes sopravam sete trombetas enquanto o povo de Israel marchava ao redor da cidade por sete dias (Josué 6)- perfeita obediência e perfeita vitória. Salomão construiu o templo em sete anos e manteve a festa da dedicação por sete dias (I Reis 6:38; 8:65,66)-uma obra perfeita e um louvor perfeito. Naamã banhou-se no Rio Jordão sete vezes (II Reis 5:14)-confiança perfeita. Jó teve sete filhos (Jo 1:2)-uma benção perfeita. Os amigos de Jó sentaram-se no chão e se lamentaram silenciosamente por Jó durante sete dias e sete noites (Jo 2:13)-tristeza perfeita. Depois, eles ofereceram sete bezerros e sete carneiros como oferta queimada (Jo 42:8)-um arrependimento perfeito. O Senhor Jesus falou sete palavras na cruz- expressões da graça perfeita. Sete diáconos serviam as mesas (Atos 6:3)-perfeito labor. O Velho Testamento usa as sete festas dos filhos de Israel para tipificar a maneira temporário como Deus tratará com o mundo. O Novo Testamento usa sete parábolas para revelar as condições dos mistérios do reino dos céus (Mateus 13). O livro de Apocalipse registra sete cartas para predizer as condições da igreja em vários períodos (Apoc. 2 e 3). Todos esses, entretanto, são passageiros, e podem em breve desaparecer. No livro de Apocalipse nos podemos perceber muitos setes. Um irmãos observou que o Apocalipse é o livro dos “setes”: tem sete visões, sete palavras de louvor ao Senhor Deus e ao cordeiro, sete espíritos diante do trono de Deus, sete candeeiros de ouro, sete lâmpadas de fogo, o Cordeiro tem sete chifres e sete olhos, sete anjos sopram sete trombetas, sete trovões, sete cabeças da besta, sete taças das sete pragas de Deus, e sete montanhas representando sete reis. Todos esses “setes” juntos, são usados no livro 56 vezes. Uma vez que esse livro da o desfecho de como Deus ira tratar os homens na era final, esse número sete significa perfeição dispensacional, que é uma perfeição temporária.

O Número “8”

O “8” é o número da ressurreição. O Senhor Jesus ressuscitou dos mortos no primeiro dia da semana, que é o oitavo dia. Noé é a oitava pessoa preservada por Deus (II Pe. 2:5) e ele tem uma família de oito pessoas (I Pe. 3:20). Eles saíram da arca (a inundação representando a morte) e se multiplicaram e encheram a nova terra. Deus ordenou a Abraão que circuncidasse todas as crianças do sexo masculino no seu oitavo dia de vida (Gen. 17:11- 14). O significado da circuncisão é “a retirada do corpo da carne” (Col. 2:11). Isso concorda com “nós somos feitura [de Deus], criados em Cristo Jesus” (Ef. 2:10). Davi era o oitavo filho de Jesse (I Sam. 16:10,11), e ele estabeleceu o novo Israel. A leproso era limpo no oitavo dia (Lev. 14:10,23) e, assim, ele era considerado uma nova pessoa. O feixe das primícias era agitado diante do senhor no oitavo dia- ou seja, “na manhã depois do sábado” (Lev. 23:11). Cinqüenta dias depois era a Festa de Pentecostes (v.16), que significa a vinda do Espírito Santo e o começo da nova era. A Festa dos Tabernáculos durava sete dias, e no oitavo dia, havia uma santa convocação (v.36); assim como a festa tipifica o reino milenar, a santa convocação fala do novo descanso depois do reino milenar. Os sacerdotes eram também consagrados por sete dias, e no oitavo dia eles começavam seu novo oficio (Lev. 9:1). No oitavo ano, os filhos de Israel semeavam a terra novamente (Lev. 25:22). O Salmo 8 fala do reino do Senhor (cf, Heb. 2:5-9). A Transfiguração do nosso Senhor Jesus aconteceu no oitavo dia (Lucas 9:28), evento esse que prediz o Seu poder e Sua aparição (II Pe. 1:16-18). O nome “Jesus” em grego é composto de seis letras, todas elas carregando vários valores numéricos respectivamente. Se adicionarmos esses valores uns aos outros, o número total do nome grego para “Jesus”é 888. Os discípulos se reuniram para partir o pão no primeiro dia da semana, que e o oitavo dia (Atos 20:7); esse e um novo dia para reunir se. No oitavo dia, também, os discípulos davam suas ofertas (I Cor. 16:1,2), ação essa que não estava de acordo com o estatuto da Velha Aliança. As oito cabeças da besta terão a sétima cabeça ressuscitada (Apoc. 17:11). O espírito imundo volta com outros sete espíritos mais malignos do que ele mesmo; então, oito deles entram de novo no coração daquele que não recebeu ao Senhor Jesus (Mat. 12:43,45). Três dos dez chifres da quarta besta mencionada por Daniel são destruídos, mas outro chifre, pequeninho, sobe como o oitavo chifre, que fala com palavras de blasfêmias (ver Daniel 7).

O Número “10”

O “10” é o número da perfeição do mundo; é também a multiplicação dos números básicos “5” e “2”; e, portanto, representa a total responsabilidade do homem diante de Deus. Uma pessoa normal tem dez dedos nos pés e dez dedos nas mãos para trabalhar e para caminhar. Por causa da rebelião humana, Deus puniu os egípcios com dez pragas. No auge do poder das nações haverá dez reinos, que são sugeridos pelos dez dedos dos pés e pelos dez chifres (Dan. 2 e 7:7; Apoc. 17:12). Há dez mandamentos dados a Israel como a sua responsabilidade diante de Deus. Efraim representa as dez tribos da nação de Israel e era, por isso, diretamente responsável diante de Deus; Efraim não era incluído em Judá. Apos a Sua ressurreição, Cristo apareceu dez vezes. Quão grande era a responsabilidade daqueles que conheciam a Sua ressurreição! A igreja em Esmirna terá tribulação de dez dias (Apoc. 2:10). Os discípulos oraram por dez dias antes de serem batizados no Espírito Santo (Atos 1). As condições finais dos cristãos são representadas na parábola das dez virgens (Mat. 25:1,2); dentre as quais cinco são sabias e cinco são tolas, mas todas elas tem responsabilidade na chegada do noivo. A mulher com dez peças de prata (Luc. 15:8-10) mostra que o mundo inteiro (no momento da fala isso pode ter representado apenas os filhos de Israel) pertence a Deus. Os dez servos receberam cinco talentos com que deveriam negociar ate que o Senhor voltasse (Luc. 19:13). Eles não deviam ser negligentes com aquilo que haviam recebido. O primeiro servo recebeu dez talentos, então ele foi recompensado com dez cidades. Deus requeriu dos filhos de Israel que dessem uma décima parte; isso prova a grandeza do Senhor, uma vez que tudo fora dado a eles por Ele. Dez é um número usado extensivamente no tabernáculo, e no templo de Salomão, e no templo mencionado em Ezequiel; pois todos estão neste mundo (Ex. 26:27; I Reis 6; Ez. 40).

O Número “12”

O “12” é o número de permanência. Como o número “7” representa perfeição temporária ou dispensacional, o 12 fala de perfeição permanente. 7 é feito do número básico “4” (homem) adicionado ao numero básico “3” (Deus)-a união da criatura e do Criador. 12 é 4 multiplicado por 3; e, assim, é o criado sendo unido ao Criador. 7 representa a aproximação do homem e Deus, enquanto que o 12 fala de como Deus dá graça ao homem para que o criado possa ser unido ao Criador. O número anterior significa o contato da criatura com o Criador; é perfeito, mas é apenas temporário; mas o último número mostra a união do criado com o Criador, de forma que não é apenas perfeito, mas também permanente. Entendamos que tanto o 7 quanto o 12 vem dos dois numerais 4 e 3; só que o “7” é a adição desses numerais, enquanto que o “12” é a multiplicação deles. Adicionar é aproximar, multiplicar é unir em um só. Sendo assim, o significado da multiplicação é muito mais profundo do que o da adição. Aqui nos vemos a importância de estarmos unidos a Deus. Outros exemplos do uso bíblico do número 12 podem ser vistos a seguir. Um ano tem doze meses. A nação de Israel era composta de doze tribos. Montadas na placa peitoral do sumo sacerdote havia doze pedras preciosas (Ex. 28:21). Na mesa de ouro dos pães da proposição eram colocados doze pães (Lev. 24:5,6). Elim tinha doze fontes de água (Ex. 15:27). Foram enviados doze homens para espiar a terra (Num. 13). Josué pôs doze pedras no rio Jordão (Josué 4:9). Elias usou doze pedras para construir um altar (1 Reis 18:31,32). O Senhor Jesus foi a Jerusalém aos doze anos de idade (Luc. 2:42). Ele escolheu doze apóstolos e lhes prometeu o direito de se assentarem em doze tronos, para julgarem as doze tribos de Israel (Mat. 19:28). Ele curou a mulher que tinha um fluxo de sangue havia doze anos (Luc. 8:43,44). Ele levantou da morte a filha de Jairo, que tinha doze anos de idade (Luc. 8:42,54,55). Depois de cinco mil pessoas terem se alimentado, as sobras dos cinco pães e dois peixes encheram doze cestos (Mat. 14:20). Se o Senhor quisesse, ele pediria ao Pai, e teria doze legiões de anjos para resgatá-lo (Mat. 26:53). Na leitura do livro de Apocalipse, nos descobrimos que o número 12 é mais freqüentemente usado nesse livro do que em qualquer outro. Haverá doze estrelas formando a coroa na cabeça da mulher (Apoc. 12:1). A Nova Jerusalém terá doze portões feitos de doze perolas (21:21). Nesses portões haverá doze anjos (v.12), e os nomes escritos sobre os portões serão os nomes das doze tribos de Israel (v.12). O muro da cidade terá doze fundações, com os nomes dos doze apóstolos (v.14). A árvore da vida dará origem a doze diferentes frutos (22:2). A luz de tudo isso, nós precisamos perceber que no reino eterno do novo céu e da nova terra, todos os números serão doze, nenhum será sete. Na primeira metade do livro de Apocalipse, o 7 é freqüentemente usado, pois fala das condições desta era temporária. Mas, para o reino eterno, 12 será o número usado. Assim, isso prova, alem de qualquer dúvida, que o 7 representa a perfeição temporária, enquanto que o 12 representa a perfeição permanente.

Numero 18

Pergunta:
Qual o significado do número 18?

Resposta:
O principal que aprendemos do número 18, que é equivalente ao valor numérico da palavra “Chai”, que significa “Vivo”, é o cumprimento da Torá e dos preceitos, como no versículo “V’chai bahem”, “e deves viver por eles (preceitos).”

A Cabalá ensina que 18 corresponde ao poder de vontade na alma. Este é o terceiro e inferior cabeça do keter. Os preceitos da Torá são a vontade de D’us. Quando a pessoa cumpre um mandamento, dá a D’us, por assim dizer, “prazer”, pois cumpriu a vontade de D’us. Vontade corresponde a Arich, que também é Arichut Yamim, uma vida longa. Isto, é claro, corresponde ao “Chai”, 18. A longa vida mencionada aqui é pelo mérito dos preceitos que a pessoa cumpre.

Há 32 caminhos da sabedoria e 50 portões do entendimento. Além disso, há 72 “pontes” de bondade. 32 = 2 vezes 4 ao quadrado; 50 = 2 vezes 5 ao quadrado; 72 = 2 vezes 6 ao quadrado. Isto sugere a expressão geral 2 vezes n ao quadrado: 2, 8, 18, 32, 50, 72, 98, 128, 162, 200, 242, 288…

288 corresponde às centelhas caídas que devemos redimir. Os primeiros três números, 2, 8 e 18 correspondem aos três “cabeças” do keter, que são fé, prazer e vontade. Seguindo-se a eles estão sabedoria, 32, e entendimento, 50, etc.

A série de números acima combina-se em pares para formar múltiplos de 26, que é o Nome de D’us, Havaya (Tetragrama); 2 mais 50 = 52; 8 mais 18 = 26; 32 mais 72 = 104.

Os 231 portões de Sefer Yetsirá referem-se às 231combinações de duas letras, usando as 22 letras do alfabeto hebraico. (Isto refere-se apenas à combinações de letras diferentes.)

231 é também o triângulo de 21, o Nome de D’us. 1 mais 2 mais 3… mais 21 = 231. 21 é o triângulo de 6. 6 é o triângulo de 3. 3 é o triângulo de 2. Dessa maneira, 231 é um triângulo de um triângulo de um triângulo.

Obviamente, todo o exposto acima tem um profundo significado. Esta é apenas uma breve explanação.

Por Rabino Yitzchak Ginsburgh
Rabino Yitzchak Ginsburg é fundador e diretor do Instituto Gal Einai: Instituto de Estudo Interdisciplinário Avançado de Torá, Arte e Ciências. Renomado explicador de Cabalá e Chassidut, Rabino Ginsburg escreveu mais de quarenta livros esclarecendo tópicos de Torá como psicologia, medicina, política, matemática e relacionamentos.
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Aposte no marketing de baixo custo

 

 

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Aposte no marketing de baixo custo

Enquanto a concorrência se esconde, aproveite para dar as caras

Por Wagner Roque
Daniela Toviansky
Bruno Theil, da Artmix: ao frisar que vende a melhor marca de capacetes do mundo, ele alavancou as vendas

Em momentos de aperto econômico, como o atual, o marketing das empresas costuma ser jogado para segundo plano. Eis um grande equívoco, dizem os especialistas. ‘Justamente em períodos de contenção de despesas, quando a maioria dos empresários se esconde, é que se deve divulgar o negócio’, afirma José Eduardo Balian, professor de finanças da ESPM. ‘Está aí a grande chance de se diferenciar da concorrência.’

Nem pense em gastar todas as suas reservas nos tradicionais anúncios publicitários. Aposte no marketing de baixo custo. Execute táticas que envolvam mais a criatividade do que o dinheiro. ‘Com menos de R$ 10.000, valor que uma pequena empresa chega a gastar por mês para aparecer em jornais e revistas regionais, pode-se criar uma infinidade de ações’, diz Roberto Calderón, da agência de marketing ABCZ, focada em pequenas e médias empresas. A seguir, você encontrará 40 estratégias de baixo custo elaboradas com a ajuda de especialistas em marketing. Em 15 dos casos, a ação sai de graça.

1>>>DIVULGUE SEUS PONTOS FORTES (Grátis)
Muitas empresas não percebem que já têm em mãos um material eficiente para melhorar o seu marketing. Elas possuem características que as diferenciam no mercado, mas não as ressaltam em sua comunicação. A Artmix, empresa paulista que vende e personaliza capacetes desde 1986, conseguiu dar novo gás aos negócios quando, em 2006, resolveu valorizar a segurança oferecida por seus produtos, entre outras ações. ‘Somos distribuidores exclusivos no Brasil da Arai, a melhor marca mundial de capacetes’, diz Bruno Theil. Deu tão certo que, em 2008, as vendas da Artmix aumentaram 10%.

2>>> SEJA ÚNICO

Eis uma alternativa para você mostrar que a sua empresa não é apenas mais uma no ramo: venda produtos com a sua própria marca. Quem não dispõe de estrutura para isso pode optar por terceirizar a fabricação. Vale, por exemplo, para quem vende cosméticos, roupas e alimentos. É fundamental contar com fornecedores de confiança e usar matéria-prima de qualidade.

SAIBA MAIS

3>>>PROMOVA ATIVIDADES EXTERNAS
Desde 1998, quando montou a Blue Bike, loja paulistana de bicicletas e acessórios para ciclistas, o empresário Marcelo Jorge promove semanalmente passeios ciclísticos. Um vez por mês, a turma faz trilhas em cidades vizinhas. ‘Chego a reunir 500 pessoas de cada vez. Tem sempre gente nova no grupo e a maioria vira cliente’, diz.

4>>>ACREDITE NO MARKETING DE GUERRILHA
A ideia é criar ações chamativas que causem impacto no dia-a-dia das pessoas. Um exemplo foi a tática desenvolvida pela agência ABCZ para a marca de calçados Senso Shoes. Durante uma semana, cinco lindas modelos passearam pelas ruas próximas a duas lojas da marca em São Paulo. Elas carregavam sacolas enormes com o logo da Senso Shoes e calçavam os sapatos da nova coleção da grife. Custo total: R$ 10.000. ‘Foi uma excelente relação custo-benefício, já que as vendas aumentaram 47% e não caíram mais’, diz Roberto Calderón, da ABCZ.

5>>>USE AS REDES SOCIAIS (Grátis)
As comunidades, sites, blogs e fotologs permitem que as empresas interajam com os consumidores. Sem gastar um tostão, você pode saber quais dos seus produtos e serviços fazem mais sucesso e divulgá-los na rede. Lembre-se de que o Brasil tem a maior média de usuários da internet no mundo, com 59 milhões de pessoas conectadas. E muitas costumam espalhar pela rede a sua opinião sobre as marcas que lhes agradam ou decepcionam.

6>>>RECORRA À BLINDAGEM (Grátis)
A expressão pode parecer estranha, mas é comum no mundo do marketing. A tática consiste em aproveitar o contato com porteiros, seguranças e recepcionistas de prédios comerciais ou de condomínios onde a empresa faz entregas para se informar sobre as preferências dos consumidores que frequentam o local. ‘O segredo está em saber ser simpático e comunicativo’, diz Roberto Calderón.

7>>>ENVIE MENSAGENS DE TEXTO
O Brasil tem mais de 143 milhões de celulares. Por isso, o envio de SMS, os famosos torpedos, é um meio de alcançar um número grande de clientes potenciais. Além da taxa de adesão, em torno de R$ 1.500, a empresa usuária paga à integradora (empresa que desenvolve o software usado no sistema e faz a ponte com as operadoras) valores proporcionais ao tamanho das mensagens enviadas. Um texto de 150 caracteres, por exemplo, custa entre R$ 0,20 e R$ 0,30 por assinante. É possível escolher apenas um grupo de assinantes, de acordo com o perfil almejado.

8>>>FAÇA A SUA CAMPANHA POR E-MAIL
Para ser eficiente, uma campanha de e-mail marketing deve levar em conta o perfil do público-alvo e, com uso de muita criatividade, nunca abusar da paciência dos internautas para ler e-mails comerciais. ‘Deve-se observar as regras de privacidade e de boas maneiras’, diz Walter Sabini, presidente da Virid Integridade Digital, empresa especializada no assunto.

 

Expert CENTER Profecy Maxfator – Futuro dos Jovens

maxfator.com.br

http://tab.uol.com.br/programacao

 

Programe-se

# 65

<h1> Idioma digital </h1>

<p> Ferramentas digitais mudam a forma como aprendemos e também o que aprendemos. Qual é a necessidade de decorar datas se essas informações estão a apenas alguns cliques ou toques na tela? Se cada vez menos é necessário memorizar dados, por outro lado cresce a demanda por entender os mecanismos dos nossos inseparáveis aparelhos digitais. Para isso, “falar” a linguagem dos computadores, aqueles esquisitos códigos de programação, tem se tornado uma nova competência.</p>

TextoBarbara Stefanelli

DesignSolenn Robic

<h2>Pensamento computacional</h2>

<p> Inglês, espanhol e agora programação. Está ficando cada vez mais puxado ter um currículo que acompanhe as demandas do mercado. No Reino Unido, as escolas já são obrigadas a ensinar linguagem de programação para alunos a partir dos cinco anos. Quando anunciou a mudança na grade escolar, o Departamento de Educação do país afirmou que essa era uma medida para garantir que toda criança saísse do colégio preparada para a vida numa Grã-Bretanha moderna. </p>

<p> Na disciplina implementada em setembro de 2014, os alunos devem “aprender o que são algoritmos, criar programas de computador e usar o pensamento lógico para prever o comportamento dos softwares”, como descreve trecho do currículo nacional britânico. Já na Austrália, escolas do primário substituíram as disciplinas de história e geografia por programação. Quando anunciou a reforma em maio de 2015, o ministro australiano da Indústria, Inovação e Ciência, Christopher Pyne, disse que os alunos precisam entender o pensamento computacional e como ele pode contribuir para o futuro. </p>

<blockquote>

“Sabemos que conforme a tecnologia inteligente proporcionada pelos computadores avança em todos aspectos de nossas vidas, há uma necessidade crescente por trabalhadores altamente qualificados nesta indústria”

<cite> Christopher Pyne, ministro australiano. </cite>

</blockquote>

<p> No Brasil, ainda não houve uma iniciativa para incluir aulas de programação por todo território nacional, mas alguns empreendedores já notaram esse novo movimento global e estão correndo atrás do filão. Marco Giroto morava havia seis meses no Vale do Silício, na Califórnia (EUA), quando estourou o vídeo“O que a maioria das escolas não ensina”, publicado pela fundação Code.org em 2013. Na gravação, figuras do calibre de Bill Gates e Mark Zuckerberg, além de outros gigantes da computação, falam sobre a importância de ensinar programação para jovens. </p>

<p> “Na hora que eu assisti àquele vídeo, me veio à cabeça que eu tinha de levar isso para o Brasil, porque eu fui uma criança que aprendeu a programar e isso me ajudou em tudo – nos meus primeiros empregos, na minha vida”, diz Giroto. Sua ideia de abrir uma start-up no polo tecnológico da Califórnia não deu certo, mas em maio de 2014, um ano e três meses após o vídeo da Code.org viralizar, inaugurou a primeira unidade da escola de programação SuperGeeks, em São Paulo. A franquia, que aceita alunos a partir dos sete anos, deu certo e só neste ano devem ser abertas mais 30 unidades da rede pelo Brasil.</p>

<p> Justo. Afinal, se nós aprendemos no colégio como funcionam e para que servem as mitocôndrias, por que não ter aulas sobre como operar um computador? No fim do dia, vemos muito mais computadores e smartphones do que mitocôndrias por aí. Da agricultura a áreas do entretenimento, a computação está em todos os lugares. Então será que não chegou a hora de aprendermos a falar a linguagem destas máquinas? </p>

<h2> Programação na escola </h2>

<h2> Game programação </h2>

<p> Condicional, looping, parâmetro. A linguagem de programação pode ser complexa, mas o começo deste aprendizado costuma ser bem lúdico, por meio de joguinhos que ensinam como funciona toda a lógica por trás dos códigos. Cada bloco, um comando. E cada comando, uma linha de código. Veja como funciona: </p>

executar

Ver resolução

Empilhando apenas 8 blocos, comece o dia indo à padaria.

Para levar o personagem até a padaria, clique e arraste os blocos com as ações que você quer executar, como no exemplo ao lado.

Se quiser mudar de plano ou corrigir uma ação, arraste o bloco ou a sequência para o lixo.

Ok, entendi

<h2> Letramento digital </h2>

<p> Criada no fim do século 19, a língua artificial esperanto tinha como objetivo unificar o mundo, com todos os povos se comunicando por meio do idioma inventado. O dialeto não pegou e mal poderia imaginar seu criador, Ludwik Lejzer Zamenhof, que seria a linguagem dos computadores que, de fato, conectaria as nações. Há quem compare programação com inglês e há quem vá além. Para o cientista da computação J. Paul Gibson, autor do livro “Teaching Graph Algorithms To Children Of All Ages”(Ensinando Algoritmos de Grafos para Crianças de Todas as Idades), a computação deve se tornar a grande linguagem universal dos próximos 50 anos. </p>

<p> Um dos principais motivos para tal afirmação, segundo Gibson, é porque a crescente robotização dos empregos está mudando não só o modo como a sociedade encara as noções de trabalho, mas também como nos comunicamos. “Se todas as crianças do mundo aprenderem programação, então elas terão uma plataforma de trabalho em comum para comunicação e entendimento”, explica. Além disso, com esse conhecimento, quando chegarem ao mercado de trabalho, esses jovens de hoje lidarão mais facilmente com todas as mudanças impactadas pelos robôs. </p>

<p> O presidente dos EUA, Barack Obama, é outro que, há algum tempo, vem falando da importância da programação. No fim de janeiro deste ano, anunciou um plano que visa investir, em 2017, US$ 4,1 bilhões (cerca de R$ 16,6 bilhões) no ensino de programação em todas as escolas públicas do país. Mas, desde 2013, o presidente norte-americano dá sinais de que aposta na linguagem e, em um vídeo publicado na página da Casa Branca, fez um apelo para seus compatriotas aprenderem a programar.</p>

<p> “Se quisermos que os Estados Unidos continuem sendo um país de ponta, precisamos que os jovens americanos dominem as ferramentas e a tecnologia que mudarão o jeito de fazermos as coisas”, disse na ocasião. Complementando:“Não fiquem apenas jogando no celular de vocês. Escrevam programas com ele”. Ou seja, menos Snaps e mais HTML, por favor. </p>

<blockquote>

“Na nova economia, as ciências da computação não serão uma habilidade opcional, mas sim básica”

<cite> Barack Obama, presidente dos Estados Unidos. </cite>

</blockquote>

<p> Para quem defende que programar será cada vez mais uma habilidade necessária, existem outros ganhos, que não só o da aplicação profissional. O colégio Bakhita é um dos poucos da capital paulista que já incluiu a matéria na sua grade e, desde 2015, ensina robótica e programação, assim como matemática, português e afins. Segundo Rafael Martins, coordenador dos projetos tecnológicos do Bakhita, a aula se tornou a favorita dos alunos. “Eles gostam mais de Tecnologia Criativa do que de Educação Física”, afirma Martins. </p>

<p> Bem diferente das classes de informática, onde normalmente se aprende recursos do pacote Office, ali eles mexem em programas como o Scratch. A ferramenta criada pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) ensina programação de forma lúdica, por meio da linguagem de blocos. Para Martins, escrever códigos, além de ser uma nova forma de expressão, é uma maneira de fazer com que os alunos desvendem todo potencial das máquinas, saindo do papel de apenas consumidor de tecnologia. Daí a importância do aprendizado. </p>

<p> “Hoje em dia se fala muito que a criança já nasce sabendo mexer em tablet e celular, mas eles só usam. A proposta de ter programação na grade horária é para que eles tenham mais autonomia e não sejam apenas reféns dos aparelhos.” Para o educador, a intenção não é a de que todos sejam técnicos, mas apenas que estejam em sintonia com os tempos. Afinal, assim como aprendemos matemática desde pequenos, porque os números e cálculos fazem parte do dia a dia, também passaremos a aprender a programar, porque os códigos estão por trás destas telas das quais não tiramos mais o olhar. </p>

Aprender programação hoje chega a ser comparado com saber inglês.Você acha que a analogia é justa ou exagerada?

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Ver resolução

Fim de tarde e bateu aquela fome. Você tem que empilhar 16 blocos para chegar até a pizzaria.

Na fase 2 a história é diferente. Desta vez, use o bloco ‘repetir’ e escreva quantas vezes quer executar a mesma ação para chegar à pizzaria da forma mais rápida. Veja ao lado.

Se quiser mudar de plano ou corrigir uma ação, arraste o bloco ou a sequência para o lixo.

Ok, entendi

<h2>Programando soluções</h2>

<p> “Vivo dizendo para as minhas netas saírem com o nerd da escola, pode ser que ele seja o próximo Mark Zuckerberg.” Esse foi apenas um dos comentários entre os milhares que normalmente recebem os posts feitos pelo próprio fundador do Facebook, mas chamou a atenção do empresário e programador, que tratou de responder: “Seria ainda melhor se você as encorajasse a serem as nerds da escola, assim elas mesmas podem ser as próximas inventoras de sucesso”.</p>

<img alt="Alunos do colégio Bakhita durante a aula de Tecnologia Criativa" src="" />

<p> Foi o que Giovanna Costa, hoje com 14 anos, fez ao ingressar em um curso de programação. Em 2012, ela entrou para o Instituto Ismart, de São Paulo, onde, entre outras coisas, aprendeu a criar aplicativos. Lá ela desenvolveu o app Miastenia Grave, que reúne informações sobre essa doença que causa fraqueza dos músculos do corpo. Tema estranho para um adolescente, mas não para ela, que conhece de perto a enfermidade sem cura. </p>

<p> “Na época, meu pai estava mal por causa da miastenia. E, como é uma doença rara e algumas pessoas não têm como ir ao médico, pensei que poderia ajudar”, explica a jovem. Ela diz que ainda não sabe exatamente o que quer ser quando crescer, mas sabe que será algo que envolva computador, programação e web design. Já Israel Mujica, 13, estuda programação há dois anos e afirma já saber qual será sua profissão. “Quero ser detetive, mas estou estudando programação e robótica, porque acho que vão ser úteis para eu criar meus próprios programas, máquinas e ferramentas. Para eu poder achar pessoas desaparecidas e coisas do tipo.” </p>

<img alt="Alunos do colégio Bakhita durante a aula de Tecnologia Criativa" src="" />

<p> Se as ferramentas tecnológicas já são essenciais na busca de soluções para problemas atuais, para as próximas gerações elas serão imprescindíveis. Mas além deste, digamos, ganho técnico da programação, uma outra vantagem é o desenvolvimento do raciocínio lógico. </p>

<p> Para Joice Lopes Leite, coordenadora de tecnologia educacional do Colégio Visconde de Porto Seguro, que oferece aulas extracurriculares de programação para os alunos, a nova habilidade ensina a pensar, estimulando a criatividade e o raciocínio lógico. “Quando esses alunos chegarem lá na frente, a gente espera que eles resolvam um monte de coisa. Porque com a programação eles aprendem a fazer escolhas, a ver que cada ação vai ter um resultado”, afirma a educadora. </p>

<blockquote>

“É como se fosse um Lego. Você tem todas aquelas peças e pensa: o que eu vou criar a partir disso?”

<cite> Joice Lopes Leite, do Colégio Visconde de Porto Seguro. </cite>

</blockquote>

<p> Para ela, no entanto, o essencial não é a linguagem de programação em si, mas sim o processo de aprendizado como um todo. “Hoje os códigos são mais amigáveis, muito mais do que quando eu aprendi programação. Então acredito que é mais importante desenvolver esse senso de resolução de problemas do que conhecê-los de cor.” Aliás, isso a internet já distribui. É só fazer uma busca no Google que você tem acesso às linguagens. </p>

Quando aprender?

Não há um consenso sobre qual é o método ou linguagem mais apropriados para introduzir programação à criança, mas a maioria dos colégios e escolas introduzem a disciplina por volta dos cinco anos.

“Programação pode ser ensinada assim que as crianças começam a ler e escrever. A máxima ‘quanto mais novo, melhor’ se aplica aqui, já que existem evidências de que crianças mais jovens aprendem novas línguas mais rapidamente e de forma melhor do que as mais velhas. O jovem pode começar com uma linguagem mais infantil, com ferramentas tipo Scratch, ou até brincando com jogos que exigem habilidades de programação. Pela minha experiência, um bom método é apresentar códigos por meio de quebra-cabeças e jogos”

J. Paul Gibson, cientista da computação.

Atenção!

Na intenção de proporcionar o melhor ao filho, pais podem sobrecarregá-lo com diversas aulas e atividades extracurriculares. Vale prestar atenção se a rotina está sendo, de fato, benéfica ao seu desenvolvimento.

“Tem pais extremamente ansiosos, que começam a cobrar desde muito cedo um desempenho. Isso gera uma pressão na criança. E existe essa tendência de lotar a agenda da criança e deixar pouco tempo para o lazer e para a brincadeira. Tem de investir em um projeto educativo equilibrado e tudo isso depende de como as atividades são oferecidas. Algumas são oferecidas de forma tão lúdica que a criança nem sente aquilo como uma aula”

Silvia Colello, professora de psicologia da educação da USP (Universidade de São Paulo).

<h2>Passo a passo da programação</h2>

<p> Escrever sequências, estabelecer condições, criar estruturas. Esses são os princípios da programação, mas todo código começa de maneira simples. Ninguém começa a programar já criando um jogo ou software megaelaborado. Conheça os métodos de ensino e as linguagens mais populares, do nível básico ao avançado. </p>

Consultoria: Marco Giroto, escola SuperGeeks; Rafael Martins, colégio Bakhita; Dimas Sant’Anna Resende, Hilton Seawright e Rafael Cardoso, programadores UOL; Roberto Ierusalimschy, professor da PUC-Rio.

Brincadeiras e jogos desconectados

Para estimular o raciocínio lógico, alguns jogos de tabuleiro que demandam estratégia, como xadrez, dama e mancala, são recomendados. O jogo Cubetto, da Primo Toys, ensina os princípios da lógica de programação por meio de um robozinho de madeira.

Jogos online

The FOOs é um joguinho para tablet, smartphone e browser desenvolvido para crianças de cinco a dez anos. A fundação Code.org também disponibiliza de graça alguns jogos programáveis baseados em “Minecraft”, “Angry Birds” e no desenho “Frozen”.

Scratch e Blockly

Blockly é uma linguagem visual criada pelo Google. Já o Scratch é um programa para criar games e animações criado pelo MIT. Ambos usam a lógica dos blocos. A diferença é que o Scratch é um programa completo e o Blockly, uma linguagem que pode ser usada em qualquer lugar.

Stencyl

A plataforma permite a criação de jogos em 2D para computadores e mobile. Também trabalha com a linguagem de blocos, mas permite maior intervenção do criador, como a criação de cenários, personagens e sons. Possui versão gratuita disponível para download.

HTML e CSS

Esses códigos são bastante usados na criação de páginas da web. Se você clicar na tecla F12 do seu teclado, conseguirá ver os códigos por trás do navegador e até poderá alterar alguns detalhes, como tamanho da fonte. Mas essas intervenções ficarão visíveis apenas para você.

JavaScript

É a linguagem de programação utilizada para desenvolver sites dinâmicos. Enquanto o HTML e o CSS se encarregam pelo conteúdo e estilo da página, o JavaScript trabalha o comportamento destas informações.

Lua

Criada em 1993 por programadores da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio), a linguagem é considerada complementar e mais leve. Partes dos jogos “Angry Birds” e “World of Warcraft” foram desenvolvidas em Lua.

C++

Desenvolvida pelo cientista da computação dinamarquês Bjarne Stroustrup, essa linguagem é usada para construir softwares comumente usados em desktop. Um dos mais conhecidos é o Adobe Photoshop. Parte do navegador Google Chrome também foi feita em C++.

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Ver resolução

Fim do dia e chegou a hora de relaxar um pouco. Você tem que empilhar 9 blocos para chegar ao cinema.

Agora que você aprendeu a empilhar os blocos e repetir as ações, tente ir ao cinema. Vamos te dar apenas uma dica, ok? Veja ao lado.

Ah, e se quiser mudar de plano ou corrigir uma ação, arraste o bloco ou a sequência para o lixo.

Ok, entendi

<h2> Idioma 3.0 </h2>

<p> Ok, o mercado quer mais profissionais de TI e as escolas estão se preparando isso. Afinal, a promessa de que toda empresa se tornaria uma empresa de tecnologia está se cumprindo e hoje até a feirinha natureba de orgânicos da esquina tem sua página na internet ou aplicativo. Mas ser fluente na língua das máquinas, ou ao menos ter uma noção básica dela, talvez seja mais um assunto cultural do que uma habilidade pontual ou profissional. É o que defende Roberto Ierusalimschy, cientista da computação que desenvolveu, junto com uma equipe da PUC-Rio, a linguagem Lua – criada em 1993 e recentemente usada em jogos como “Angry Birds” e “World of Warcraft”, entre outros. </p>

<p> “Na prática, hoje em dia tudo no mundo tem software envolvido. Celular tem software, você entra em um carro e tem software. Então vejo programação como uma questão cultural mesmo, de entender o mundo em que gente vive”, diz o professor, defensor de que a linguagem deva ser tratada como qualquer outro assunto do cotidiano. “Você não aprende biologia porque vai fazer medicina ou ser biólogo, mas, sim, para ter uma noção básica sobre quando estão discutindo zika ou dengue, por exemplo. Daí a importância, independentemente se você vai programar ou não.” </p>

<p> E, no fim, até para o cientista da computação o inglês acaba sendo mais importante. Afinal, a própria linguagem de programação criada por ele e sua equipe, assim como todas outras mais usadas, foram escritas com base no idioma anglo-saxão. “Particularmente, acho inglês mais importante. A importância da programação está crescendo, mas acho engraçada essa comparação com inglês. Na verdade, deveria ser comparado com tudo que a gente aprende no segundo grau –biologia, química, física”, exemplifica Ierusalimschy. </p>

<blockquote>

“Não se aprende programação porque precisa ser programador, mas porque ajuda a dominar a tecnologia. E hoje tudo está ligado à tecnologia, ou virando um aplicativo ou um sistema. Em algum momento, você vai trabalhar diretamente com programadores, então é importante falar a mesma língua deles”

<cite> Marco Giroto, fundador da escola de programação SuperGeeks. </cite>

</blockquote>

<p> Para Lucas Rocha, coordenador de projetos da Fundação Lemann, que em setembro de 2014 lançou o Programaê, iniciativa que leva aulas de programação para escolas públicas do Brasil, a habilidade é uma “competência social do século 21”. “Hoje as pessoas pensam: ‘Pôxa, mas eu não vou ser um programador, não quero ser um desenvolvedor’. Mas, logo, logo, vamos perceber que várias áreas vão envolver tecnologia e programação. É como quando começou a exigência por inglês. Nessa época, muita gente não achava necessário aprender, já que não ia fazer relações internacionais nem pretendia sair do país.” </p>

<p> Realmente houve esse tempo em que saber inglês era considerado um ‘plus’ e hoje ter conhecimento da língua é requisito básico para concorrer no mercado de trabalho. Em compensação, estamos aí até hoje sem saber mandarim, que no começo dos anos 2000 prometia ser a língua do futuro, mas não virou. Talvez até porque programadores criaram um tal de Google Tradutor que traduz muita coisa para nós. A tradução pode não ser perfeita, mas quebra o galho. Nada que alguns códigos complexos não possam aprimorar com os anos. </p>

Bárbara Stefanelli

Editora-assistente do UOL. Não estudou programação, mas já economizou muito tempo no trabalho por conhecer o básico de HTML.

tabuol@uol.com.br

Esta reportagem também contou com apoio de:

7irisfilmes, filmagem; Carlos Souza, diretor regional da Udacity na América Latina; Henrique Nobrega, fundador e diretor da escola de programação Ctrl+Kids, em Campinas (SP);Kátia Gianone, diretora de Comunicação e Cidadania Corporativa da Microsoft Brasil; Dimas Sant’Anna Resende, Gianpaulo Malagrino Soares, Hilton Seawright, Miriam Dias dos Santos e Rafael Cardoso, programadores do UOL.

é um conteúdo produzido semanalmente pela equipe do UOL. Nossa missão é entregar uma experiência única e interativa com conteúdo de alta qualidade, em formatos inovadores e com total independência editorial. TAB só é possível por causa do patrocínio de algumas marcas, que também acreditam em conteúdo de qualidade. We them big time.

Profecy – como fazer upload

 

http://imasters.com.br/artigo/3382/dreamweaver/upload-de-arquivos-e-o-nome-para-o-db-com-o-dreamweaver/

 

Como usar o Filezilla | Dicas e Tutoriais | TechTudo

26 de set de 2012 – Se você tem um servidor remoto FTP e precisa enviar ou receber arquivos para ele, o Filezilla pode ser a escolha para o trabalho. O programa …

Apredendo a Transferir arquivos via FTP utilizando o Filezilla

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Mas o que é FTP? E o que é o FileZilla? Um programa cliente de FTP é um programa que serve para estabelecer uma conexão entre um computador local (o …

Poder das imagens e doS VIDEOS nos conteudos online

http://blog.clares.com.br/galeria-de-fotos-free-php-mysql-upload-multiplo-jquery/

 

http://blog.goodbarber.com/pt/Conteudo-o-porder-do-Storytelling_a647.html

 

Conteúdo: o porder do Storytelling

 

Written by João Marcelo Martins on Monday, October 26th 2015 09:05

 


Conteúdo: o porder do Storytelling
Lembram-se do nosso tutorial sobre a criação de conteúdo ? Hoje vamos compartilhar com vocês um ingrediente secreto que você pode adicionar à sua receita para a criação de um ótimo conteúdo: o poder da história. Na verdade, é um conselho que também pode ser útil para o seu negócio em geral. Vem ver como!

Qual é sua missão?

“Olhe para qualquer grande empreendimento e, invariavelmente, sua missão dirige a sua estratégia, e não o contrário. E tudo isso começa com uma história.” Por Greg Satell, Forbes.

A primeira história que você precisa ter em mente é o que vai falar para sua empresa. O que faz você seguir em frente? Qual foi o sonho que fez você começar esta aventura de criar seu negócio e agora está invadindo o mundo do mobile?Não tem que ser uma história extraordinária, mas se ela vem do coração ela irá conduzir a sua estratégia, mas também chamar a atenção das pessoas.

Se você não tem uma visão clara para começar, tudo o que você criar vai sofrer com isso. Incluindo o seu conteúdo. Se as pessoas não se conectarem com sua empresa, é improvável que eles irão se conectar com o seu conteúdo, não importa quão bom ele seja. Vivemos em uma era em que o uso das mídias sociais é generalizado. Pense nisso. Se a sua empresa não se preparar bem, se você não se conectar com seu público, como é que você espera que eles engajem com o seu conteúdo, ainda mais compartilhá-lo?

É tudo sobre humanizar sua empresa. Não use suas redes sociais só para compartilhar conteúdo editorial. Claro que você deve fazer isso, mas pense emconstruir uma comunidade, em primeiro lugar. Aproveito o potencial de alcance das redes sociais para mostrar o que você representa, qual o seu lema, o que você e seus funcionários buscam realizar. Uma comunidade é sobre isso: ​​reunir as pessoas em torno de interesses comuns, objetivos, valores …


Humanize sua mensagem

“Quando os dados e história são utilizados em conjunto, a audiência é movida emocional e intelectualmente.” por Jennifer Aaker, professora de Marketing em Stanford, Graduate School of Business
Conteúdo: o porder do Storytelling


Agora que você estabeleceu uma visão clara para você e sua empresa, é hora de incluir o “WOW”, que vai fazer sua história e o seu conteúdo se destacar. Quando você quer passar uma mensagem, seja na vida real ou no conteúdo que você produz, tudo se resume a se comunicar de uma forma que se conecta com as pessoas. Como você pode chamar a atenção do seu público, offline ou online?

Porque, vamos encarar os fatos, você pode ter os dados e informações mais convincentes para compartilhar, isso não vai ser atraente por si só. A mente humana funciona de uma forma que necessita de equilíbrio entre valor e história. Um ótimo conteúdo é, por conseguinte, o equilíbrio entre os dois.

Se você deseja que seu conteúdo ressoe com o seu público, uma maneira de humanizar a sua mensagem é mostrar situações reais. Por exemplo, aqui na GoodBarber nos esforçamos para mostrar como nossos usuários utilizam nossas ferramentas e como isso impacta de forma positiva na vida das pessoas e em seus negócios. Suas histórias mostram que isso pode ser feito, isso dá vida aos nossos recursos e se torna mais compreensível.


Histórias geram engajamento

O que faz com que seus usuários desejem compartilhar seu conteúdo? O problema é que leva um tempo para construir uma estratégia de comunicação eficiente em redes sociais. A menos que você tem uma marca super-poderosa e os usuários já fidelizados, é improvável que o seu conteúdo seja compartilhado nas redes sociais desde o primeiro dia. Você pode realmente se sentir solitário por algum tempo. Isto é, até que o ingrediente mágico da “história” tenha feito seu efeito.

Uma vez que você já tenha se conectado com o seu público, é mais provável que eles venham a se envolver com o seu conteúdo. E se o seu conteúdo é trabalhado de uma forma que potencializa o engajamento, provavelmente ele vai percorram bem nas redes sociais. Claro, você tem que escolher com cuidado o texto que você usa. Não desperdice seus grandes esforços de contar histórias, escrevendo tweets sem inspiração.

Jennifer Aaker diz, a história também pode ter 140 caracteres! Se o seu tweet ou post do Facebook soa como se tivesse sido publicado automaticamente, há menos chances de serem compartilhadas pelos seus usuários.


O poder das imagens…

Já dissemos isso antes e vamos dizer outra vez: imagens não são detalhes. Elas podem transmitir uma história da mesma forma que as palavras. Uma história poderosa sem uma imagem impressionante gera menos impacto. Nas redes sociais, por exemplo, sua imagem desempenha um papel enorme em atrair as pessoas ao seu conteúdo.

O que você quer é uma imagem que os seus leitores podem se relacionar. Mantenha-se afastado de banco de imagens. Sua imagem precisa transmitir emoção. Como Alex Turnbull (Fundador e CEO do Groove) sugere, por que não usar uma imagem de um filme ou programa de TV famoso que você sabe que seu público vai gostar?

Você também pode tentar utilizar .GIF, especialmente com o conteúdo que pode ser difícil de sintetizar, isso vai fazer a experiência do leitor mais divertida. E, por último mas não menos importante, você deve considerar os super poderes do vídeo!

Claro, nem todas as empresas podem ser igualmente ousadas, mas se a sua indústria permite correr estes riscos, experimente diferentes estratégias. É tentando que você vai encontrar o que funciona melhor com seu público e aprender com seus erros.